quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Como a segurança online afeta seu perfil no Facebook, os trocados da sua conta corrente e a paz mundial, tudo ao mesmo tempo

Excelente a contextualização feita pelo no GIZMODO sobre a (in)segurança virtual.
“Comigo isso nunca vai acontecer”, diz o sabichão que não usa antivírus e se gaba de jamais ter tido dor de cabeça por problemas de segurança em seu computador. Até o dia em que ele clica num aplicativo falso do Facebook e morde a língua. Aquela sensação de segurança cai por uma bobagem, mas acaba sendo mais vergonhosa do que danosa. Poderia ter sido bem pior. Em vez de um WhatsApp de mentirinha, poderia ter sido algo envolvendo criminosos de verdade sedentos por dinheiro fácil e com ferramentas baratas e poderosas à disposição nos confins da internet. Dá para se garantir só no feeling?

A discussão sobre a validade do uso de soluções de segurança é antiga e, no momento em que o sistema operacional passou a interferir nesse aspecto e outros mudaram o panorama dos apps (sistemas móveis em geral), os argumentos dos anti-antivírus ganharam força. Por outro lado, especialistas em segurança, inclusive independentes, continuam a pregar a necessidade do emprego de soluções do tipo. E eles têm os números a seu lado. Segundo dados da LACNIC, em 2011 US$ 93 bilhões foram perdidos pelos bancos da América Latina em decorrência de ataques online, a maioria deles trojans e phishing scams. A Kaspersky, que no início da semana organizou a 2ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança em Quito, Equador, descobre por dia 125 mil novos malwares e bloqueia a ação de 350 mil exploits a cada 24 horas.

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