domingo, 22 de setembro de 2013

Leitura recomendada: Medidas de baixo custo protegem dado sigiloso

Recomenda-se a leitura da publicação do Filipe Oliveira para a Folha de São Paulo, falando sobre as formas de se proteger, quanto à privacidade, usando poucos recursos:


O acesso a dados sigilosos, se não pode ser completamente evitado, como indicam as suspeitas de monitoramento do governo americano à Petrobras, podem ao menos ser dificultado.

Essa prevenção depende, em geral, de ações que custam pouco -ou menos do que o prejuízo causado por uma invasão no sistema.

A principal medida é gerenciar senhas e criar padrões de comportamento para os funcionários da empresa, diz Daniel Lemos, sócio-diretor da Real Protect, companhia especializada em segurança da informação.

Ele divide os tipos de invasão em dois: os direcionados para atingir uma corporação e os aleatórios.

Editoria de Artes/FolhaPress
Lemos diz que as pequenas companhias estão mais sujeitas ao segundo tipo, quando um vírus é enviado para milhões de pessoas (por meio de um spam, por exemplo), com a intenção de infectar uma pequena parcela de quem recebeu a ameaça.

Pequenas empresas também estão sujeitas a espionagem direta, especialmente as inovadoras em estágio inicial ou as fornecedoras de grandes companhias e que compartilham com elas informações sigilosas, diz Laurent Serafini, sócio-diretor da Velours International, especializada em segurança.

Segundo Serafini, a maior parte das falhas de segurança da informação são resultado da ação de funcionários, seja por falta de definições sobre procedimentos internos, seja ou por má fé.

Como alternativa, ele sugere que se elaborem contratos a respeito do sigilo de determinados dados.

Bruno Salgado, diretor da empresa de segurança digital Clavis, diz que outra boa opção é criptografar documentos, ou seja, tornar um documento inacessível para pessoas que não tenham determinada chave. Alguns desses sistemas estão disponíveis gratuitamente na internet em programas como o TrueCript.

Leia toda a notícia na Folha, clicando aqui.

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